sexta-feira, 14 de maio de 2010

Quadro de pregas





Embora este tipo de quadro constitua um auxiliar extraordinário no ensino, sendo de grande facilidade de confecção e de custo bastante reduzido, a verdade é que é praticamente desconhecido nas nossas escolas. Que nos lembremos, nunca o encontrámos em nenhuma escola por onde passámos e, quando falamos dele, em acções de formação, notamos uma reacção de estranheza e ao mesmo tempo de curiosidade por parte de quem nos ouve. E o seu desconhecimento é tanto mais lamentável, se nos lembrarmos da maneira rápida e fácil de criação de material didáctico, para o qual quase não é necessário despender dinheiro. Bastará possuir algumas folhas de papel branco ou de cor e canetas de feltro, de preferência de espessura média ou grossa, para criarmos o material necessário para as nossas aulas.

Em que consiste, então, o quadro de pregas e como construí-lo? Tal como se pode deduzir pelo nome, o quadro de pregas consiste numa superfície rectangular, nas medidas que pretendermos e acharmos melhor, feita de tecido ou de papel forte, disposto em pregas regulares e fixado por um aro rectangular de madeira. Se pretendermos, por exemplo, elaborar um quadro rectangular deste tipo com as dimensões de 120 cm de largura por 90 cm de altura e com pregas de dois em dois centímetros com dois centímetros de profundidade, necessitaremos de tecido ou, preferentemente, de papel forte, por exemplo, papel de cenário branco ou creme, com as dimensões de 120 cm de largura por 216 cm de altura, e de oito réguas de madeira, cortadas nas dimensões pretendidas, com 2 cm de largura e 0,5 cm de espessura, e pregos finos com 9 mm de comprimento. Eventualmente, poderemos também utilizar cola para ajudar a montar o quadro, embora não seja indispensável.





Figura 1: Quadro de pregas. Primeira fase da sua construção.


A primeira etapa na sua confecção (ilustrada pela figura 1) consiste em marcar com uma régua, de maneira rigorosa, as zonas de dobragem, de modo a obterem-se pregas rigorosamente paralelas e uniformes, de acordo com as medidas indicadas: 4 cm + 2 cm., sucessivamente.







Figura 2: Quadro de pregas. Segunda fase da construção: dobragem das pregas.


A segunda etapa (ilustrada pela figura 2) consiste em vincar e dobrar uniformemente toda a superfície, de maneira a obter-se um quadro semelhante a uma saia de pregas, cuja dimensão final acabará por ficar nas medidas pretendidas para o quadro, ou seja, 120 x 90 cm.







Figura 3: Quadro de pregas. Aspecto final, com um cartão nele exposto.


A terceira e última etapa consistirá em fixar a superfície obtida numa moldura dupla de madeira, nas dimensões do quadro, constituída por réguas de madeira com 2 cm de largura por 0,5 cm de espessura, de maneira que as pregas fiquem seguras nas extremidades, presas entre as réguas de madeira e com toda a superfície devidamente esticada. Se quisermos tornar o quadro mais resistente aos eventuais acidentes de utilização, mas também ligeiramente mais pesado, poderemos reforçar a parte posterior com uma prancha de cartolina grossa ou uma placa fina de contraplacado. Mas para aumento da sua resistência, será mais que suficiente revestir a parte posterior com uma cobertura de plástico auto-adesivo. De certeza que, deste modo, sem aumento substancial de peso de toda a estrutura, se obterá um quadro suficientemente resistente, capaz de aguentar muitos anos de útil serviço.

Obtido o quadro de pregas, bastará colocá-lo onde pretendermos, suspenso de um prego ou sobre um cavalete, nada mais lhe faltando do que o «software» adequado, ou seja, o material de apoio audiovisual usado no quadro, que iremos construindo à medida das nossas necessidades.

Como é que é feito o suporte da informação, de que modo é utilizado no quadro de pregas e quais os inconvenientes deste meio audiovisual?

Até à presente data, nunca conseguimos apontar-lhe quaisquer inconvenientes. Antes, pelo contrário, a facilidade de elaboração de material didáctico, o seu baixo custo e a facilidade de transporte do quadro para qualquer sala, tornam-no um excelente meio de ensino para qualquer disciplina.

O material didáctico poderá ser construído em tiras de papel branco ou de cor, de preferência papel cavalinho ou cartolina fina. É colocado no quadro inserindo-se o material criado numa das pregas. Há apenas que ter o cuidado de escrever ou fazer os desenhos, esboços, gráficos, o que quer que seja, dois centímetros acima do bordo inferior, uma vez que estes dois centímetros ficarão encobertos dentro da prega do quadro. A pouco e pouco, o professor poderá ir organizando um ficheiro com cartões, que poderá catalogar alfabeticamente, aproveitando os dois centímetros inferiores, invisíveis durante a utilização no quadro. Convirá que todos os cartões apresentem apro­ximadamente as mesmas dimensões, as quais deverão ser previa­mente escolhidas pelo professor, tendo em conta as condições em que vão ser utilizados nas aulas - número de alunos na sala de aula e distância a que estes ficam do quadro -, pois importa que todos os presentes vejam facilmente o que se apresenta. Para isso se aconselha também a utilização de canetas de feltro de ponta grossa e letras, desenhos ou gráficos de fácil leitura à distância.

O quadro de pregas é um óptimo meio de ensino, mesmo numa época de alta tecnologia educativa. Por exemplo, em aulas de línguas vivas, o professor pode ir criando o material à medida das necessidades, inclusive com a própria colaboração dos alunos, organizando a pouco e pouco um ficheiro de vocabulário novo, ordenado alfabeticamente, podendo ter os desenhos correspondentes se se trata de uma língua estrangeira, permitindo-lhe posterior­mente escrever frases, combinando os cartões com as diferentes classes de palavras, e servindo também, por exemplo, para o estudo das estruturas gramaticais.

Suponhamos, por exemplo, que, numa aula de Francês, é necessário estudar as estruturas negativas. O professor poderá ter os cartões com as palavras indispensáveis para a construção de frases declarativas, explicando, em seguida, como, mediante a junção das partículas de negação, se podem passar as frases para a forma negativa. E no próprio momento da aula, tendo cartões em branco e marcadores pretos ou de cores, poderá escrever palavras e utilizá-las, formando com elas as frases. E, com o material existente, os alunos poderão igualmente ser solicitados a virem ordenar correctamente as frases, efectuando os necessários exercícios de transformação. Este é apenas um exemplo das muitas utilizações que poderão ser dadas.



A nível do ensino básico, o quadro de pregas pode também dar uma valiosa ajuda, podendo servir para a aprendizagem da leitura, para o estudo da aritmética, da tabuada, etc. De certeza absoluta que qualquer professor, em qualquer nível de ensino, encontrará facilmente utilizações vantajosas a dar a este tipo de quadro, descobrindo-lhe rapidamente as potencialidades como meio audiovisual de ensino.

In: Henrique J. C. de Oliveira, Meios audiovisuais e tecnológicos aplicados ao ensino, Aveiro, 1992, pp. 30-33. (edição limitada do autor).

Retirado do site: http://www.prof2000.pt/users/hjco/AudioWeb/Recav/Pg00009.htm

Como fazer um culto infantil mais dinâmico?


Decida um formato.
É necesário ter um pouco de rotina: ajuda as crianças a se sentirem à vontade e anteciparem o que vem depois. Mas, você não precisa ser rígido, nem fazer exatamente a mesma coisa todas as aulas. Varie as brincadeiras, músicas, tenha datas especiais com uma estrutura de atividades completamente diferente.
Por exemplo, o seu formato básico poderia ser assim:

1. Cumprimentos: diga “Bom Dia! Olá! Como vai?”. Cumprimente cada criança pelo nome, sorria, demonstre prazer em recebê-las.
Você pode fazer uma chamada como na escola, mas ao invés de cada criança dizer ‘presente’, para cada dia você terá um tema “hoje quando eu chamar o seu nome, você vai me dizer a sua cor favorita”.
Ou você pode ter um quadro onde cada um cola um adesivo ao chegar.
2. Música: intercale cantos conhecidos com outros novos (se você só usa cantos novos, as crianças se sentem frustradas; se você só usa os mesmos, fica cansativo. Intercalar cantos que conhecidos com um ou dois novos, é mais interativo).
3. Oração: é importante que as crianças se habituem a orar. Alterne: as vezes um adulto ora; às vezes uma ou mais crianças oram. Faça orações em círculo, de mãos dadas; individuais, cada um na sua; em silêncio ou em voz alta.
4. Introdução ao tema: pode ser uma música, uma brincadeira, uma conversa… Mostre algum objeto que irá aparecer na história, pergunte sobre as experiências das crianças sobre o tema da história (por ex.: quem já foi pescar? no dia em que você vai falar da pesca maravilhosa)
5. Tema: pode ser por dia ou pode ser um tema por mês/bimestre com várias histórias e atividades interligadas. É muito importante que você escolha uma forma apenas para apresentar o tema: Conte a história ou faça um jogo ou dinâmica, etc… Depois que você aprensentar o tema, dê uma chance as crianças de responderem, assimilarem, trabalharem por si mesmas o conteúdo. Isso pode ser uma conversa ou como descrito abaixo.
6. Resposta ao tema: pode ser arte, trabalho escrito, jogo. Dê oportunidade às crianças para que recontem a história nas suas próprias palavras ou de que respondam ao tema com expressão artística. Veja mais sobre isso nas Dicas “Como lidar com atividades artísticas” ou nos Trabalhos Manuais.
7. Encerramento: com oração, bênção e envio. Você precisa terminar o dia; é muito importante dar um fim claro às atividades, demonstra respeito, não só a Deus e às atividades que você preparou como às crianças.
8. Despedida: Faça deste um momento agradável e informal. É neste momento que você conversa com os pais, diz a eles o que os filhos fizeram durante o dia, elogia um bom comportamento e a participação. Dê uma atenção também as crianças, diga que você gostou que elas vieram e que gostaria de vê-los novamente no próximo domingo. Quem sabe algumas vezes você prepara um suco com biscoitinhos e promove um rápido papo para integração das famílias.

Varie!

* Faça um jogo para ver se todos sabem os nomes uns dos outros;
* Traga instrumentos musicais para as crianças acompanharem o canto (chocalhos, triângulos e coquinhos todos podem usar);
* Traga um CD com o playback das músicas ou com a história do dia;
* Conte a história: usando fantoches; usando flanelógrafo; usando objetos; usando livro; outra só com a sua voz e gestos.
* Monte um teatro, jogral ou encenação (com as crianças ou com os pais e avós para contar a história);
* Não conte história alguma: faça uma dinâmica de grupo ou brincadeira que leve as crianças a pensar sobre o tema do dia ou sobre o que o texto bíblico quer dizer (isso funciona melhor com crianças acima dos 8 anos);
* Promova uma festa, talvez com os pais junto. (fizeram recentemente uma Noite do Pijama na minha comunidade e as crianças vieram para uma atividade no fim da tarde de sábado; dormiram em sacos de dormir e colchonetes no salão comunitário, com alguns pais e voluntários para tomar conta; tomaram café da manhã lá mesmo e participaram do culto de domingo);
* Convide as criancas para orarem; Dê diretrizes: cada um vai falar ‘obrigada por…’ e depois ‘Deus abençôe…’);
* Involva as crianças na bênção: existem inúmeras cantigas simples e versinhos, como: “Deus te abençôe” – cada um coloca a mão sobre a cabeça do vizinho; “Deus te proteja” – cada um coloca a mão sobre os ombros do vizinho; “Deus te dê a paz” – as pessoas se abraçam (se estiver fazendo isto em círculo, é só passar o braço na cintura do vizinho e espremer o círculo em direçãoo ao centro).
* Saia da sala de aula. Vá para o jardim (cuidado que é mais dificil manter a atenção!) ou para a igreja, ou mesmo para a cozinha (desde que não esteja sendo usada para mais nada).

Vá com calma!
Não adianta querer usar todas as sugestões acima no mesmo dia. Escolha uma para cada encontro, ou escolha uma por mês para experimentar. Use aquelas que você gostar com mais frequência, mas não tenha medo de testar uma ou outra novidade.
Divida o trabalho
Faça um “banco de talentos” – descubra o que as pessoas gostam de fazer. No nosso grupo de professores, duas são excelentes no louvor; outras duas são boas contadoras de histórias; uma terceira tem uma voz doce que sempre acalma aquela criança que está chorando e as mais jovens tem energia para correr e brincar! Faça um rodízio entre as pessoas; se você trabalha em duplas, tente alternar as duplas.
Descubra também outras pessoas que podem ajudar na comunidade.
Ore, ore, ore… A criança é o retrato da inocência, é o tesouro mais lindo, é a herança de Deus!

Retirado de: http://dibbgeisel.blogspot.com/

Pescadores de Crianças



Neste livro, você encontrará encorajamento, orientação prática e princípios bíblicos para renovar suas energias no ministério com crianças. Você ganhará uma nova visão da importância do trabalho em que está envolvido. Spurgeon nos desafia, demonstrando que falar de Jesus às crianças é a tarefa mais importante que uma pes-soa possa desempenhar, quer seja ela um pai, professor ou pastor.

Vencedor do Prêmio Areté 2005

Sobre o autor:
C. H. Spurgeon Nasceu em Kelvedon, em 19 de junho de 1834 Sua teologia fluía da palavra de Deus e da experiência com o próprio Deus. Sua vida espiritual e sua teologia estavam em completa harmonia. Charles H. Spurgeon (1834-1892), inglês, se converteu aos 15 anos. Pregou pela primeira vez com 17 anos. Aos 19 anos já era pastor na Park Street Chapel, em Londres. Era um devorador de livros e se tornou conhecido como o "príncipe dos pregadores

Não são pequenos demais, Ensino berçário



Orienta professores do berçário quanto às atividades e brinquedos apropriados; como montar um berçário. Dá recomendações aos pais e professores quanto aos bebês e sugere bibliografia para educadores de bebês

Crianças Firmadas na rocha



Nunca houve na história uma época em que as crianças do mundo estivessem em um perigo espiritual maior do que hoje. A sociedade nunca teve tantas maneiras de invadir o coração das crianças inculcando nelas as suas doutrinas como hoje. A muitos anos atrás, os vídeo games ultra violentos, a Internet e os esforços evidentes da mídia, de Hollywood, do mundo publicitário e de publicações para atingir o público infantil, eram inimagináveis para a maioria de nós. E a sociedade nunca ofereceu tanta corrupção para consumo pelas massas como atualmente. O excesso de cosmovisões e valores distorcidos concorrentes circulam livremente por toda a sociedade – diretamente para as mentes das crianças, onde permanecem por toda a vida. Onde estão os pais? Tentando sobreviver em meio a agendas malucas e agitadas que deixam pouco tempo para uma interação espiritual significativa com seus filhos. A própria infância é reduzida, quando as crianças são forçadas a entrar no mesmo estilo de vida estressante de seus pais. Quem tem tempo hoje para "aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" (Salmo 46:10). Onde está a igreja? Como ela está se saindo nessa batalha pelos corações e mentes das crianças?

Infância o melhor tempo para semear



QUE TIPO DE SEMENTE VOCÊ ESTÁ PLANTANDO NA VIDA DAS CRIANÇAS?
Todos nós planejamos um belo futuro para os nossos filhos. Queremos vê-los crescer com saúde, exercerem uma profissão que lhes garanta conforto e tranqüilidade, terem um excelente casamento e uma vida equilibrada e bem-sucedida em todas as áreas. Mas será que temos nos preocupado igualmente com a vida espiritual das nossas crianças? O que temos feito para incutir na mente e no espírito delas os princípios espirituais que os guiarão em seu relacionamento com Deus? Se você é professor ou educador, o que tem feito para influenciar positivamente os pequeninos, contribuindo para o seu desenvolvimento mental, social e, principalmente, espiritual?
A autora deste livro desafia e encoraja pais, mães e educadores a observar com todo o cuidado que tipo de semente estão semeando. Comparando o tempo da infância a um solo fértil, ela apresenta princípios fundamentais, extraídos da Palavra de Deus, para que você possa fazer um bom plantio, a fim de, futuramente, garantir uma abundante colheita na vida das crianças. Além disso, ela trata de outros assuntos importantes como dedicação aos filhos, o exemplo dos pais, amor, disciplina, liberdade, limites e vários outros temas que ajudam os pais e os professores a investirem na vida das crianças com sabedoria e responsabilidade.
Infância: O Melhor Tempo Para Semear é um convite para plantar sementes de vitória na vida de seus filhos e/ou alunos, regar com suas orações e esperar em Deus uma grande colheita – homens e mulheres dedicados ao Senhor, capazes de transformar o mundo em que vivemos.

Pastoreando as crianças desta geração




# Aconselhamento
# Ensino bíblico
# Discipulado
# Evangelismo
# Programas de apoio
# Grupos de intercessão
# Acampamentos
# Treinamento e reciclagem Com vasta atuação no ministério com crianças, Cláudia Guimarães aborda nesta valiosíssima obra as diversas facetas do ministério infantil. Também apresenta princípios bíblicos e sugestões que vão aprimorar eficazmente a visão ministerial de sua igreja.

Ferramenta indispensável para pais, professores e líderes de ministério infantil, Pastoreando as crianças desta geração é um apelo apaixonado à excelência do trabalho com os melhores e mais preciosos agentes do Reino: as crianças!

Sua vida será impactada com a palavra e a visão de Deus a respeito do ministério infantil. Acredite!

Autor

Cláudia Guimarães reside na cidade do Rio de Janeiro com o esposo e os três filhos. Trabalha com crianças desde a adolescência e hoje atua no ministério Treinando Obreiros, além de ministrar palestras e seminários em igrejas de todo o país.
 

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