sexta-feira, 14 de maio de 2010

Quadro de pregas





Embora este tipo de quadro constitua um auxiliar extraordinário no ensino, sendo de grande facilidade de confecção e de custo bastante reduzido, a verdade é que é praticamente desconhecido nas nossas escolas. Que nos lembremos, nunca o encontrámos em nenhuma escola por onde passámos e, quando falamos dele, em acções de formação, notamos uma reacção de estranheza e ao mesmo tempo de curiosidade por parte de quem nos ouve. E o seu desconhecimento é tanto mais lamentável, se nos lembrarmos da maneira rápida e fácil de criação de material didáctico, para o qual quase não é necessário despender dinheiro. Bastará possuir algumas folhas de papel branco ou de cor e canetas de feltro, de preferência de espessura média ou grossa, para criarmos o material necessário para as nossas aulas.

Em que consiste, então, o quadro de pregas e como construí-lo? Tal como se pode deduzir pelo nome, o quadro de pregas consiste numa superfície rectangular, nas medidas que pretendermos e acharmos melhor, feita de tecido ou de papel forte, disposto em pregas regulares e fixado por um aro rectangular de madeira. Se pretendermos, por exemplo, elaborar um quadro rectangular deste tipo com as dimensões de 120 cm de largura por 90 cm de altura e com pregas de dois em dois centímetros com dois centímetros de profundidade, necessitaremos de tecido ou, preferentemente, de papel forte, por exemplo, papel de cenário branco ou creme, com as dimensões de 120 cm de largura por 216 cm de altura, e de oito réguas de madeira, cortadas nas dimensões pretendidas, com 2 cm de largura e 0,5 cm de espessura, e pregos finos com 9 mm de comprimento. Eventualmente, poderemos também utilizar cola para ajudar a montar o quadro, embora não seja indispensável.





Figura 1: Quadro de pregas. Primeira fase da sua construção.


A primeira etapa na sua confecção (ilustrada pela figura 1) consiste em marcar com uma régua, de maneira rigorosa, as zonas de dobragem, de modo a obterem-se pregas rigorosamente paralelas e uniformes, de acordo com as medidas indicadas: 4 cm + 2 cm., sucessivamente.







Figura 2: Quadro de pregas. Segunda fase da construção: dobragem das pregas.


A segunda etapa (ilustrada pela figura 2) consiste em vincar e dobrar uniformemente toda a superfície, de maneira a obter-se um quadro semelhante a uma saia de pregas, cuja dimensão final acabará por ficar nas medidas pretendidas para o quadro, ou seja, 120 x 90 cm.







Figura 3: Quadro de pregas. Aspecto final, com um cartão nele exposto.


A terceira e última etapa consistirá em fixar a superfície obtida numa moldura dupla de madeira, nas dimensões do quadro, constituída por réguas de madeira com 2 cm de largura por 0,5 cm de espessura, de maneira que as pregas fiquem seguras nas extremidades, presas entre as réguas de madeira e com toda a superfície devidamente esticada. Se quisermos tornar o quadro mais resistente aos eventuais acidentes de utilização, mas também ligeiramente mais pesado, poderemos reforçar a parte posterior com uma prancha de cartolina grossa ou uma placa fina de contraplacado. Mas para aumento da sua resistência, será mais que suficiente revestir a parte posterior com uma cobertura de plástico auto-adesivo. De certeza que, deste modo, sem aumento substancial de peso de toda a estrutura, se obterá um quadro suficientemente resistente, capaz de aguentar muitos anos de útil serviço.

Obtido o quadro de pregas, bastará colocá-lo onde pretendermos, suspenso de um prego ou sobre um cavalete, nada mais lhe faltando do que o «software» adequado, ou seja, o material de apoio audiovisual usado no quadro, que iremos construindo à medida das nossas necessidades.

Como é que é feito o suporte da informação, de que modo é utilizado no quadro de pregas e quais os inconvenientes deste meio audiovisual?

Até à presente data, nunca conseguimos apontar-lhe quaisquer inconvenientes. Antes, pelo contrário, a facilidade de elaboração de material didáctico, o seu baixo custo e a facilidade de transporte do quadro para qualquer sala, tornam-no um excelente meio de ensino para qualquer disciplina.

O material didáctico poderá ser construído em tiras de papel branco ou de cor, de preferência papel cavalinho ou cartolina fina. É colocado no quadro inserindo-se o material criado numa das pregas. Há apenas que ter o cuidado de escrever ou fazer os desenhos, esboços, gráficos, o que quer que seja, dois centímetros acima do bordo inferior, uma vez que estes dois centímetros ficarão encobertos dentro da prega do quadro. A pouco e pouco, o professor poderá ir organizando um ficheiro com cartões, que poderá catalogar alfabeticamente, aproveitando os dois centímetros inferiores, invisíveis durante a utilização no quadro. Convirá que todos os cartões apresentem apro­ximadamente as mesmas dimensões, as quais deverão ser previa­mente escolhidas pelo professor, tendo em conta as condições em que vão ser utilizados nas aulas - número de alunos na sala de aula e distância a que estes ficam do quadro -, pois importa que todos os presentes vejam facilmente o que se apresenta. Para isso se aconselha também a utilização de canetas de feltro de ponta grossa e letras, desenhos ou gráficos de fácil leitura à distância.

O quadro de pregas é um óptimo meio de ensino, mesmo numa época de alta tecnologia educativa. Por exemplo, em aulas de línguas vivas, o professor pode ir criando o material à medida das necessidades, inclusive com a própria colaboração dos alunos, organizando a pouco e pouco um ficheiro de vocabulário novo, ordenado alfabeticamente, podendo ter os desenhos correspondentes se se trata de uma língua estrangeira, permitindo-lhe posterior­mente escrever frases, combinando os cartões com as diferentes classes de palavras, e servindo também, por exemplo, para o estudo das estruturas gramaticais.

Suponhamos, por exemplo, que, numa aula de Francês, é necessário estudar as estruturas negativas. O professor poderá ter os cartões com as palavras indispensáveis para a construção de frases declarativas, explicando, em seguida, como, mediante a junção das partículas de negação, se podem passar as frases para a forma negativa. E no próprio momento da aula, tendo cartões em branco e marcadores pretos ou de cores, poderá escrever palavras e utilizá-las, formando com elas as frases. E, com o material existente, os alunos poderão igualmente ser solicitados a virem ordenar correctamente as frases, efectuando os necessários exercícios de transformação. Este é apenas um exemplo das muitas utilizações que poderão ser dadas.



A nível do ensino básico, o quadro de pregas pode também dar uma valiosa ajuda, podendo servir para a aprendizagem da leitura, para o estudo da aritmética, da tabuada, etc. De certeza absoluta que qualquer professor, em qualquer nível de ensino, encontrará facilmente utilizações vantajosas a dar a este tipo de quadro, descobrindo-lhe rapidamente as potencialidades como meio audiovisual de ensino.

In: Henrique J. C. de Oliveira, Meios audiovisuais e tecnológicos aplicados ao ensino, Aveiro, 1992, pp. 30-33. (edição limitada do autor).

Retirado do site: http://www.prof2000.pt/users/hjco/AudioWeb/Recav/Pg00009.htm

Como fazer um culto infantil mais dinâmico?


Decida um formato.
É necesário ter um pouco de rotina: ajuda as crianças a se sentirem à vontade e anteciparem o que vem depois. Mas, você não precisa ser rígido, nem fazer exatamente a mesma coisa todas as aulas. Varie as brincadeiras, músicas, tenha datas especiais com uma estrutura de atividades completamente diferente.
Por exemplo, o seu formato básico poderia ser assim:

1. Cumprimentos: diga “Bom Dia! Olá! Como vai?”. Cumprimente cada criança pelo nome, sorria, demonstre prazer em recebê-las.
Você pode fazer uma chamada como na escola, mas ao invés de cada criança dizer ‘presente’, para cada dia você terá um tema “hoje quando eu chamar o seu nome, você vai me dizer a sua cor favorita”.
Ou você pode ter um quadro onde cada um cola um adesivo ao chegar.
2. Música: intercale cantos conhecidos com outros novos (se você só usa cantos novos, as crianças se sentem frustradas; se você só usa os mesmos, fica cansativo. Intercalar cantos que conhecidos com um ou dois novos, é mais interativo).
3. Oração: é importante que as crianças se habituem a orar. Alterne: as vezes um adulto ora; às vezes uma ou mais crianças oram. Faça orações em círculo, de mãos dadas; individuais, cada um na sua; em silêncio ou em voz alta.
4. Introdução ao tema: pode ser uma música, uma brincadeira, uma conversa… Mostre algum objeto que irá aparecer na história, pergunte sobre as experiências das crianças sobre o tema da história (por ex.: quem já foi pescar? no dia em que você vai falar da pesca maravilhosa)
5. Tema: pode ser por dia ou pode ser um tema por mês/bimestre com várias histórias e atividades interligadas. É muito importante que você escolha uma forma apenas para apresentar o tema: Conte a história ou faça um jogo ou dinâmica, etc… Depois que você aprensentar o tema, dê uma chance as crianças de responderem, assimilarem, trabalharem por si mesmas o conteúdo. Isso pode ser uma conversa ou como descrito abaixo.
6. Resposta ao tema: pode ser arte, trabalho escrito, jogo. Dê oportunidade às crianças para que recontem a história nas suas próprias palavras ou de que respondam ao tema com expressão artística. Veja mais sobre isso nas Dicas “Como lidar com atividades artísticas” ou nos Trabalhos Manuais.
7. Encerramento: com oração, bênção e envio. Você precisa terminar o dia; é muito importante dar um fim claro às atividades, demonstra respeito, não só a Deus e às atividades que você preparou como às crianças.
8. Despedida: Faça deste um momento agradável e informal. É neste momento que você conversa com os pais, diz a eles o que os filhos fizeram durante o dia, elogia um bom comportamento e a participação. Dê uma atenção também as crianças, diga que você gostou que elas vieram e que gostaria de vê-los novamente no próximo domingo. Quem sabe algumas vezes você prepara um suco com biscoitinhos e promove um rápido papo para integração das famílias.

Varie!

* Faça um jogo para ver se todos sabem os nomes uns dos outros;
* Traga instrumentos musicais para as crianças acompanharem o canto (chocalhos, triângulos e coquinhos todos podem usar);
* Traga um CD com o playback das músicas ou com a história do dia;
* Conte a história: usando fantoches; usando flanelógrafo; usando objetos; usando livro; outra só com a sua voz e gestos.
* Monte um teatro, jogral ou encenação (com as crianças ou com os pais e avós para contar a história);
* Não conte história alguma: faça uma dinâmica de grupo ou brincadeira que leve as crianças a pensar sobre o tema do dia ou sobre o que o texto bíblico quer dizer (isso funciona melhor com crianças acima dos 8 anos);
* Promova uma festa, talvez com os pais junto. (fizeram recentemente uma Noite do Pijama na minha comunidade e as crianças vieram para uma atividade no fim da tarde de sábado; dormiram em sacos de dormir e colchonetes no salão comunitário, com alguns pais e voluntários para tomar conta; tomaram café da manhã lá mesmo e participaram do culto de domingo);
* Convide as criancas para orarem; Dê diretrizes: cada um vai falar ‘obrigada por…’ e depois ‘Deus abençôe…’);
* Involva as crianças na bênção: existem inúmeras cantigas simples e versinhos, como: “Deus te abençôe” – cada um coloca a mão sobre a cabeça do vizinho; “Deus te proteja” – cada um coloca a mão sobre os ombros do vizinho; “Deus te dê a paz” – as pessoas se abraçam (se estiver fazendo isto em círculo, é só passar o braço na cintura do vizinho e espremer o círculo em direçãoo ao centro).
* Saia da sala de aula. Vá para o jardim (cuidado que é mais dificil manter a atenção!) ou para a igreja, ou mesmo para a cozinha (desde que não esteja sendo usada para mais nada).

Vá com calma!
Não adianta querer usar todas as sugestões acima no mesmo dia. Escolha uma para cada encontro, ou escolha uma por mês para experimentar. Use aquelas que você gostar com mais frequência, mas não tenha medo de testar uma ou outra novidade.
Divida o trabalho
Faça um “banco de talentos” – descubra o que as pessoas gostam de fazer. No nosso grupo de professores, duas são excelentes no louvor; outras duas são boas contadoras de histórias; uma terceira tem uma voz doce que sempre acalma aquela criança que está chorando e as mais jovens tem energia para correr e brincar! Faça um rodízio entre as pessoas; se você trabalha em duplas, tente alternar as duplas.
Descubra também outras pessoas que podem ajudar na comunidade.
Ore, ore, ore… A criança é o retrato da inocência, é o tesouro mais lindo, é a herança de Deus!

Retirado de: http://dibbgeisel.blogspot.com/

Pescadores de Crianças



Neste livro, você encontrará encorajamento, orientação prática e princípios bíblicos para renovar suas energias no ministério com crianças. Você ganhará uma nova visão da importância do trabalho em que está envolvido. Spurgeon nos desafia, demonstrando que falar de Jesus às crianças é a tarefa mais importante que uma pes-soa possa desempenhar, quer seja ela um pai, professor ou pastor.

Vencedor do Prêmio Areté 2005

Sobre o autor:
C. H. Spurgeon Nasceu em Kelvedon, em 19 de junho de 1834 Sua teologia fluía da palavra de Deus e da experiência com o próprio Deus. Sua vida espiritual e sua teologia estavam em completa harmonia. Charles H. Spurgeon (1834-1892), inglês, se converteu aos 15 anos. Pregou pela primeira vez com 17 anos. Aos 19 anos já era pastor na Park Street Chapel, em Londres. Era um devorador de livros e se tornou conhecido como o "príncipe dos pregadores

Não são pequenos demais, Ensino berçário



Orienta professores do berçário quanto às atividades e brinquedos apropriados; como montar um berçário. Dá recomendações aos pais e professores quanto aos bebês e sugere bibliografia para educadores de bebês

Crianças Firmadas na rocha



Nunca houve na história uma época em que as crianças do mundo estivessem em um perigo espiritual maior do que hoje. A sociedade nunca teve tantas maneiras de invadir o coração das crianças inculcando nelas as suas doutrinas como hoje. A muitos anos atrás, os vídeo games ultra violentos, a Internet e os esforços evidentes da mídia, de Hollywood, do mundo publicitário e de publicações para atingir o público infantil, eram inimagináveis para a maioria de nós. E a sociedade nunca ofereceu tanta corrupção para consumo pelas massas como atualmente. O excesso de cosmovisões e valores distorcidos concorrentes circulam livremente por toda a sociedade – diretamente para as mentes das crianças, onde permanecem por toda a vida. Onde estão os pais? Tentando sobreviver em meio a agendas malucas e agitadas que deixam pouco tempo para uma interação espiritual significativa com seus filhos. A própria infância é reduzida, quando as crianças são forçadas a entrar no mesmo estilo de vida estressante de seus pais. Quem tem tempo hoje para "aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" (Salmo 46:10). Onde está a igreja? Como ela está se saindo nessa batalha pelos corações e mentes das crianças?

Infância o melhor tempo para semear



QUE TIPO DE SEMENTE VOCÊ ESTÁ PLANTANDO NA VIDA DAS CRIANÇAS?
Todos nós planejamos um belo futuro para os nossos filhos. Queremos vê-los crescer com saúde, exercerem uma profissão que lhes garanta conforto e tranqüilidade, terem um excelente casamento e uma vida equilibrada e bem-sucedida em todas as áreas. Mas será que temos nos preocupado igualmente com a vida espiritual das nossas crianças? O que temos feito para incutir na mente e no espírito delas os princípios espirituais que os guiarão em seu relacionamento com Deus? Se você é professor ou educador, o que tem feito para influenciar positivamente os pequeninos, contribuindo para o seu desenvolvimento mental, social e, principalmente, espiritual?
A autora deste livro desafia e encoraja pais, mães e educadores a observar com todo o cuidado que tipo de semente estão semeando. Comparando o tempo da infância a um solo fértil, ela apresenta princípios fundamentais, extraídos da Palavra de Deus, para que você possa fazer um bom plantio, a fim de, futuramente, garantir uma abundante colheita na vida das crianças. Além disso, ela trata de outros assuntos importantes como dedicação aos filhos, o exemplo dos pais, amor, disciplina, liberdade, limites e vários outros temas que ajudam os pais e os professores a investirem na vida das crianças com sabedoria e responsabilidade.
Infância: O Melhor Tempo Para Semear é um convite para plantar sementes de vitória na vida de seus filhos e/ou alunos, regar com suas orações e esperar em Deus uma grande colheita – homens e mulheres dedicados ao Senhor, capazes de transformar o mundo em que vivemos.

Pastoreando as crianças desta geração




# Aconselhamento
# Ensino bíblico
# Discipulado
# Evangelismo
# Programas de apoio
# Grupos de intercessão
# Acampamentos
# Treinamento e reciclagem Com vasta atuação no ministério com crianças, Cláudia Guimarães aborda nesta valiosíssima obra as diversas facetas do ministério infantil. Também apresenta princípios bíblicos e sugestões que vão aprimorar eficazmente a visão ministerial de sua igreja.

Ferramenta indispensável para pais, professores e líderes de ministério infantil, Pastoreando as crianças desta geração é um apelo apaixonado à excelência do trabalho com os melhores e mais preciosos agentes do Reino: as crianças!

Sua vida será impactada com a palavra e a visão de Deus a respeito do ministério infantil. Acredite!

Autor

Cláudia Guimarães reside na cidade do Rio de Janeiro com o esposo e os três filhos. Trabalha com crianças desde a adolescência e hoje atua no ministério Treinando Obreiros, além de ministrar palestras e seminários em igrejas de todo o país.

4 princípios fundamentais para líderes de ministério infantil



Desenvolver um ministério intantil bem-sucedido é um dos grandes desafios da igreja contemporânea. Mais que simplesmente entreter as crianças, o objetivo maior é o de transmitir princípios bíblicos que levem os pequenos a desenvolver um relacionamento íntimo com Deus.

Craig Jutila conhece bem de perto as dificuldades e as incontáveis bênçãos de trabalhar com essa faixa etária do rebanho. Ele lidera o ministério infantil na Saddleback Church, uma comunidade que tem influenciado igrejas em diversos países por meio do ministério de seu líder Rick Warren. Para manter a equipe unida em torno do propósito de educar com eficácia, Jutila identificou quatro princípios de liderança fundamentais para o bom exercício ministerial: paixão, atitude, trabalho em equipe e honra.

Testada e aprovada numa igreja bem-sucedida, a aplicação desses princípios promoverá a revitalização desse ministério fundamental e estratégico. A construção da igreja de amanhã começa hoje. Prepare-se!.

“Craig Jutila é o mais apaixonado e criativo pastor de crianças na América. Este livro deve ser lido, discutido, relido, e seu conteúdo deve ser seguido.”
Rick Warren, autor dos best-sellers Uma vida com propósitos e Uma igreja com propósitos

“Se você ama crianças e quer ver a igreja mudar a vida e a eternidade delas por meio de Cristo, então deve ler este livro. Sua vida e seu ministério serão transformados.”
Lee Strobel, autor de Em defesa da fé e Em defesa de Cristo.

Autor

Craig Jutila lidera o ministério infantil na Saddleback Church, em Lake Forest, Califórnia. Além de escritor, é também um preletor muito requisitado para ministrar conferências na área de comunicação motivacional. Ele é o fundador da Emoiweringkids.net, organização que capacita líderes de crianças.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Cantata para Páscoa




http://www.4shared.com/file/254794003/40c236c5/Turma_do_Print_-_Cantata_Minha.html

Como preparar a aula?


Comece com antecedência - leia a passagem bíblica que você irá ensinar uns 15 a 10 dias antes da aula várias vezes e até em traduções diferentes da Bíblia. Prepare o roteiro 7 a 5 dias antes. Assim você tem tempo de comprar e preparar o material necessário e ensaiar e repassar a história.

Comunique-se - se você trabalha com um assistente ou professor auxiliar, passe o que você programou para ele, numa reunião e por escrito. Ou ainda melhor, programe junto com seu auxiliar o trabalho - diz o ditado que "Duas cabeças pensam melhor que uma!"

Prepare um roteiro básico - em geral ele deve indicar:
- Objetivo: Qual a mensagem / verdade bíblica que quero transmitir?
- Texto: Qual passagem Bíblica usar?
- Como: Qual material didático ou método vou usar? Quais serão as atividades de fixação?
- Tempo: Qual o tempo disponível? O que programei cabe neste tempo?
Em seguida faça o Plano de Aula completo, que deve conter, por escrito cada passo da aula: quem faz o que, o tempo previsto para cada atividade, o material necessário, o resumo da história que você ira contar...
Atenha-se ao objetivo em todas as etapas. As músicas, o versículo para memorizar, as atividades com as crianças, tudo deve transmitir a mesma mensagem.

Ensaie - depois de ter feito o roteiro da sua aula, ensaie. Ensaie o texto, como o irá dizer e a sequencia dos acontecimentos. Pegue o material que irá usar e ensaie com ele (por exemplo, coloque as figuras do flanelógrafo em ordem de uso; ensaie entradas e saídas dos fantoches, a altura do braço, expressões; etc..).
Tente em frente ao espelho, assim você tem uma idéia melhor do que seus alunos verão.

Teste as atividades - A tinta e papel escolhidos para as crianças pintarem são atóxicas? O papel resiste à tinta ou desmancha? Quanto tempo o papier machê leva para secar? Quanta sujeira a argila faz na mesa, preciso forrá-la com plástico ou jornal basta? Seja lá o que for que você decida apresentar para as crianças fazerem, teste antes em casa.

Ore sempre! - antes e depois da leitura, do preparo do roteiro, dos ensaios, das conversas e da aula!

Sorria, confie em Deus e divirta-se com suas crianças!

Luciana Berner(http://ideiasedicasjeed.blogspot.com)

Como começar?


O óbvio a gente nem precisa dizer, né?
Ore, converse com Deus, ele tem todas as ferramentas que você precisa em mãos. Ele tem o poder de tocar os corações e abrir as portas para um novo trabalho.

No mais você vai precisar do seguinte (não necessariamente nesta ordem):

# Experiência das Igrejas:
Entre em contato com comunidades da mesma denominação que a sua, ou similar, e veja como eles trabalham, que material usam, etc..
Visite igrejas na sua cidade e peça para assistir ou participar como ouvinte de uma classe de crianças. Também pode ser interessante visitar uma escola pública ou particular, para ver como os professores se relacionam com as crianças.

# Pessoas e apoio
Converse com o pastor da sua comunidade.
Convide pessoas para te ajudar. Gente interessada e com vontade:
# Professores, pedagogos e recreadores têm uma boa visão de como e o que as crianças hoje tem na escola e do que precisariam em termos de educação.
# Pais, mães, avós, etc.. afinal são eles que vão trazer as crianças e são eles que podem te dizer as dificuldades que sentem em casa, no dia a dia.
# Missionários, professores de educação religiosa e o pastor vão te ajudar com questões de fé e teologia.
# Pessoas com dons para música, trabalhos manuais, contadores de histórias...
Defina quem vai trabalhar diretamente com as crianças e quem quer contribuir de forma indireta, em reuniões e preparo de atividades.
Recomendo que haja sempre no mínimo dois adultos com qualquer grupo de crianças.

# Currículo
Defina o programa que você vai seguir com as crianças. Muitas editoras cristãs tem currículos prontos (consulte por exemplo as editodas Sinodal, Concórdia, Juerp, CPAD, MEUC, Betânia, Luz e Vida, etc..).
Você também pode criar e definir suas próprias "lições" e currículo - seguindo a ordem dos livros da Bíblia, por exemplo.
Se você nao tem recursos ($) para comprar os livros para os professores, faça campanhas, peça emprestado em outras comunidades, pergunte se há desconto para livros com defeito, organize um sebo.

# Espaço e Material
Uma sala exclusiva para as crianças é o ideal. Numa sala você pode enfeitar as paredes, pendurar os trabalhos e desenhos das crianças, arranjar móveis cadeiras e mesas na altura adequada para as crianças ou um carpete barato e almofadas como uma alternativa simples e descontraída.
Locais abertos, como jardim ou salão de festas podem ser usados ocasionalmente, mas você deve considerar que as crianças tendem a dispersar e não prestar atenção.
Você também vai precisar de material para as crianças usarem - lápis de escrever e de cor, papel, cola, tesoura são essenciais. Faça uma campanha de doação com a comunidade para materiais novos ou usados.
Sucata é fácil de pedir a comunidade que junte e é ótimo material de trabalho. Você pode fazer quase tudo com sucata: desde estantes para guardar material com caixas de papelão ou madeira; fantoches, bonecos, cenários para contar histórias; atividades para reforçar o conteúdo da história, deixando o material à disposição das crianças.

# Horário
Em que momento será feito o trabalho com as crianças? Durante o culto dos adultos? Durante a escola sabatina dos adultos? Num dia de semana? Sabado à tarde? Em todos os dias que tiver atividade na igreja?
Quanto tempo esta atividade irá durar? As crianças tem um tempo de concentração pequeno, que varia de acordo com a idade. É preciso variar as atividades e preencher todo o tempo em que você irá ficar com eles: músicas, brincadeiras, contar uma história, desenhar, recortar, etc..

# Crianças, ajudantes e classes
Você precisa saber quantas crianças tem na sua comunidade: faça um levantamento de nomes, enderecos e telefones das famílias com crianças da comunidade.
Uma vez que você saiba quantas crianças que a comunidade tem, você também vai precisar definir se todas as crianças vão ficar juntas, ou se vão ser separadas por faixa de idade / grupo escolar, etc...
Defina o que funciona melhor. Tudo depende do número de crianças e de ajudantes disponíveis. Converse com professores experientes para determinar o número de crianças que cada adulto consegue atender em sala de aula.
Tambem é bom ter sempre um ajudante - uma pessoa que possa levar os pequenos ao banheiro, distribuir material, controlar a bagunça, etc.. - para que o professor tenha as "mãos" livres para contar a história e direcionar o trabalho. É importante que as crianças - principalmente as pequenas - nunca fiquem sozinhas na sala, por questões de segurança.

# Primeiro dia com as crianças
Marque o dia para começar e convide as crianças - pode ser por carta, telefonema, visita à casa da família ou num papo rápido após o culto.
No primeiro dia, eu diria para você preparar uma atividade especial, envolvendo os pais também e todas as pessoas que se dispuseram a ajudar. Assim tanto as crianças como seus responsaveis podem conhecer o grupo que irá trabalhar com elas, o local onde elas ficarão, o tipo de trabalho que será feito, etc..
Você também pode pedir que o pastor apresente o grupo num sábado, no culto, chamando todos os voluntários do Departamento Infantil à frente, e explicando a congregação que tipo de trabalho se pretende realizar, quando, como, onde.

# Reciclagem
Depois do trabalho iniciado é bom que os voluntários se reúnam de tempos em tempos, para conversar, trocar idéias, preparar festas, ouvir sugestões.
Prepare também reuniões de treinamento ou com temas específicos: estudos bíblicos com um pastor ou palestrante, oficina de fantoches ou de teatro com algum grupo que trabalhe com bonecos, cursos e seminários da igreja destinados ao trabalho com crianças, etc.. Tudo para dar aos voluntários ferramentas diferentes e motivação.

No mais, leia, se informe, fique atento à matérias sobre comportamento infantil, cursos gratuitos e palestras de artesanato, educação, religião, etc.. Não só da igreja, cursos leigos também são ótimas formas de aprender; depois é só adaptar as ferramentas ao ensino cristão, afinal nós e nossas crianças vivemos e convivemos com o mundo!
Luciana Berner, 2002 (revisado 2010) - Adaptado
 

My Blog List

Term of Use

Escola Sabatina Infantil Copyright © 2009 Flower Garden is Designed by Ipietoon for Tadpole's Notez Flower Image by Dapino